
Psiquiatra dedicado à neurodivergência em adultos.
Mais de 14 anos de prática clínica e 6.000+ pacientes atendidos, com foco em autismo, TDAH e altas habilidades na vida adulta, especialmente nos casos que exigem mais do que uma leitura superficial.
Dr. João Carlos Leitão é médico formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Pernambuco (FCM/UPE). Fez especialização em Psiquiatria pelo Hospital Ulysses Pernambucano, referência no Nordeste, e é mestre em Autismo pelo Instituto Superior de Estudios Psicológicos (ISEP), em Barcelona. Seu registro profissional é CRM-PE 19651, com Registro de Qualificação de Especialista RQE 10486.
Sua prática é dedicada à neurodivergência em adultos: autismo, TDAH, altas habilidades e perfis combinados. O foco está nos casos que costumam escapar de leituras rápidas, como diagnóstico tardio, alto custo de mascaramento, sofrimento funcional persistente e trajetórias em que a pessoa já percebeu que algo importante não vinha sendo compreendido.
O trabalho parte de um princípio simples: sintomas soltos raramente explicam, sozinhos, o que a pessoa vive. Por isso a avaliação não olha apenas para a presença ou ausência de critérios, mas para o funcionamento real, onde a vida custa caro demais, onde a rotina quebra e onde a tentativa de adaptação vira desgaste crônico. Essa abordagem não romantiza a neurodivergência nem reduz sofrimento a falta de esforço.
Além da formação técnica, o Dr. João é autista, com TDAH e altas habilidades. Essa vivência direta amplia a sensibilidade clínica para perfis complexos e mascarados, sem substituir o rigor técnico. É uma experiência que ajuda a reconhecer, na fala do paciente, aquilo que costuma passar despercebido em avaliações apressadas.
Essa perspectiva também deu origem ao livro Nenhum Autismo É Leve, um manifesto neurodivergente com base científica sobre o custo de uma vida inteira de camuflagem.
O registro pode ser conferido na consulta pública de médicos do Conselho Federal de Medicina (CFM).
Se você procura um atendimento que olhe seu funcionamento real, e não sintomas soltos, a consulta pode ser o próximo passo certo.